Ela era apenas a Mamãe.
Sempre fomos nós.
Sem família por perto. Sem avós. Apenas ela e eu.
Ela veio a todas as apresentações da escola, sentava na primeira fila e aplaudia como se eu fosse a única criança ali. Nunca perdeu uma reunião com o professor. Se não havia uma rampa, ela reclamava até que uma fosse construída. Se alguém falasse por cima dela, ela interrompia e fazia a pessoa repetir na sua frente.
No meu primeiro dia de escola, ela me levou até a porta, ajustou as alças da minha mochila e disse: “Você é mais corajosa do que sente. Vai lá e prove isso.”
Em casa, fazíamos a lição de casa na mesa da cozinha. Ela me ensinou a cozinhar com segurança. Quando eu chorava por amigos, crushes ou notas, ela não me chamava de dramática.
“Seu coração não sabe que é pequeno,” ela dizia. “Então dói. Nós respeitamos isso. E depois seguimos em frente.”
Eu sempre soube que era adotada. Ela me contou desde cedo.
“Uma noite, alguém te deixou na minha porta,” ela disse. “Eu abri. Desde aquele segundo, você foi minha.”
Eu nunca me senti abandonada. Eu me senti escolhida.
Quando entrei na faculdade, ela chorou no carro e tentou disfarçar.
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