Eu fui abandonada na porta de uma pessoa desconhecida quando era um bebê e adotada por uma mãe solteira em uma cadeira de rodas — 25 anos depois, minha ideia de família foi posta à prova.
Sou Isabel, 25 anos.
Minha mãe usa cadeira de rodas desde que eu nasci.
Quando ela estava na casa dos 20 anos, um motorista bêbado bateu no carro dela. Ela sobreviveu, mas ficou paralisada da cintura para baixo. Os médicos disseram que ela nunca mais andaria e nunca poderia ter filhos.
Ela disse que chorou uma vez no hospital. Então decidiu: “Ok. Esta é a minha vida. Eu ainda vou vivê-la.”
Ela alugou um apartamento, aprendeu a dirigir com controles manuais, trabalhou como paralegal e criou uma rotina. Ter filhos já não fazia parte do plano.
Então, numa manhã fria, tudo mudou.
Ela estava se preparando para o trabalho quando ouviu um choro fino e penetrante do lado de fora da porta. Não era um gato. Não era um cachorro. Apenas um choro contínuo.
Ela se aproximou, abriu a porta e congelou.
Uma cadeir de bebê estava no capacho.
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