— Evelyn! Que surpresa!
Tia Evelyn sorriu para o para-brisa.
— Marjorie, querida, como está Kate?
Marjorie nem fez pausa.
— Maravilhosa! Ela e Emma finalmente estão estáveis. Você fez bem em confiar tudo a nós.
Senti meu sangue esvair do rosto.
Minha tia encerrou a chamada. Então fez outra, sem viva-voz, falou baixo e rápido, deu um endereço e desligou.
— Não entendo como isso é possível — disse eu, entre lágrimas. — Somos uma família… por que eles fariam isso?
Tia Evelyn olhou para mim.
— Você não faz ideia do que as pessoas são capazes quando o dinheiro está envolvido.
Emma se inclinou do banco de trás.
— Mamãe, vamos a algum lugar?
Tia Evelyn respondeu por mim.
— Sim, querida. Vamos descobrir a verdade.
A casa ficava atrás de um portão branco e uma entrada em forma de crescente, grande, antiga e bonita, com varandas ao redor, janelas altas, canteiros de flores e a porta da frente que você só vê em revistas.
Emma ofegou.
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