As lágrimas queimaram meus olhos.
— Por favor — sussurrei. — Parem com isso.
Ela assentiu uma vez.
— Eu vou.
Na tarde seguinte, entrei de volta na minha casa. Mal coloquei a bolsa no chão quando gritos explodiram da sala de estar. A voz de Mark. Irritada, cortante. A voz de Helen. Aguda e furiosa.
Eles avançaram em minha direção como se estivessem me esperando.
— O que você FEZ? — gritou Mark.
Helen quase tremia.
— Você nos humilhou! A corretora ligou! Está tudo bloqueado!
O rosto de Mark estava vermelho.
— A papelada está bloqueada. Tudo.
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