—Obrigada — disse rapidamente e desliguei.
A casa de Daniel ficava do outro lado da cidade.
Cheguei até a porta da frente e bati.
Uma mulher abriu alguns segundos depois, parecendo surpresa.
—Oi. O Daniel está em casa?
Sua expressão mudou, apenas ligeiramente. —Ele… saiu cedo hoje de manhã.
Essa hesitação ficou comigo.
—Preciso falar com ele urgentemente. Policiais vieram à minha casa perguntando sobre ele. Sobre meus pais.
Ela apertou o batente da porta.
Por um instante, achei que ela iria me mandar embora.
Então suspirou. —Ele está no centro comunitário da Maple. Ele trabalha como voluntário lá nos finais de semana.
—Obrigada.
Quando cheguei ao centro comunitário, avistei Daniel imediatamente.
Ele estava do lado de fora, sentado em um banco baixo perto da entrada. Fui direto até ele com a cadeira.
—Daniel.
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