“Não vão pensar. Tenho algo planejado. Uma surpresa. Você terá que confiar em mim.”
“Que tipo de surpresa?”
“Daquele tipo que encerra a conversa.”
Observei seu rosto.
“Daniel, por favor. Não quero uma cena.”
“Não será uma cena. Será a verdade. Só isso.”
Ele beijou minha testa e não disse mais uma palavra sobre o assunto.
Dois dias antes do casamento, passei pela floricultura para confirmar os arranjos. O marido de Diane, Roger, estava esperando no estacionamento quando saí, encostado em seu sedã.
“Margaret. Você tem um minuto?”
“Roger? Está tudo bem?”
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