Depois que meu marido faleceu, fui ao baile da escola de pai e filha no lugar dele – os colegas da minha filha riram até que cinco policiais entraram no salão.

Meu marido costumava levar nossa filha flores para o baile de pai e filha todos os anos. Seis meses depois de o enterrarmos, eu a levei no lugar dele, esperando fazê-la feliz. Mas os colegas dela riram no momento em que entramos no salão. Então cinco policiais entraram e mudaram toda a noite em segundos.

A casa tinha ficado mais silenciosa nos seis meses desde que Richard (Richie) morreu. Sua caneca de café ainda estava na prateleira onde ele a deixara. Algumas manhãs, eu passava pela cozinha e jurava sentir o cheiro do perfume dele no corredor.

Mia e eu éramos dois batimentos em uma casa construída para três. Ela costumava ser uma criança barulhenta. Agora ela se movia pelos cômodos como se estivesse pedindo desculpas por ocupar espaço.

O folheto da escola chegou numa segunda-feira, com letras rosa, bordas brilhantes e “Baile de Pai e Filha, Sexta à Noite” impresso na frente.

Eu o deixei no balcão e esperei.

Mia entrou, largou a mochila e congelou ao ver aquilo.

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