“Eu não vou, mãe.”
“Mason queria que você fosse.”
Ela ficou em silêncio por muito tempo. Então ouvi a cama ranger e passos, e a porta se abriu apenas um centímetro.
“Mason queria muita coisa.”
“Ele queria que você vestisse um vestido, dançasse e risse”, eu disse. “Ele me disse isso.”
“Mãe.”
“Só experimente um vestido. Um. Se você odiar, voltamos para casa e nunca mais falamos disso. Combinado?”
Ela me olhou por aquela fresta, e eu vi algo piscar nos olhos dela que não via há meses. Não esperança exatamente. Curiosidade, talvez. Uma pequena permissão.
“Um vestido”, ela disse.
Levei-a ao shopping no sábado seguinte com as mãos firmes no volante e um nó perigoso no peito. Esperança. Depois de um ano de nada, eu estava ousando sentir esperança de novo.
Eu deveria ter sabido.
As três primeiras boutiques usaram palavras suaves. “Estoque limitado.” “Apenas tamanhos de prova.” “Podemos encomendar, mas não a tempo.” Ainda assim, era claro que achavam que ela era grande demais para os vestidos deles.
Na quarta loja, eu já via Hazel se fechando em si mesma, os ombros subindo em direção às orelhas como no funeral de Mason.
Tentei manter a voz leve.
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