Então ligou para a polícia. Os hóspedes foram instruídos a sair. Alguns ficaram parados; outros resmungaram. Meu pai me olhou uma vez enquanto as autoridades levavam ele e Marjorie.
— Kate — disse ele — eu queria consertar.
— Você teve anos — sussurrei.
À noite, a casa estava silenciosa. Sem malas rolando. Sem placas de boas-vindas. Apenas eu, Emma, tia Evelyn e o eco de quartos que deveriam ter nos conhecido anos atrás.
Minha tia deslizou uma caixa de telefone pela mesa da cozinha, depois um cartão de visita.
— Uma amiga minha dirige um escritório na cidade. Precisa de alguém confiável. Treinamento incluído, e há uma creche a dois quarteirões. Se quiser, é seu.
Fiquei olhando para o cartão até a impressão borrar.
— Não sei o que dizer.
Ela sorriu tristemente.
— Diga sim.
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