Riesgo de infecções respiratórias, gastrointestinais ou dermatológicas ao ter contato próximo ou causar o cadáver.
2. Liberação de Gases Tóxicos e Sustentáveis
Durante o processo de descomposição, o corpo gera gases e toxinas como a cadaverina e a putrescina, compostos que:
São irritantes para as mucosas.
Pode provocar náuseas, mares ou até reações alérgicas em pessoas sensíveis.
3. Medidas Sanitárias e Protocolos Médicos
Médicos, enfermeiros e funcionários de funerárias usam luvas, máscaras e outros equipamentos de proteção por um motivo: a morte não interrompe a atividade bacteriana.
Os protocolos médicos recomendam não tocar diretamente no falecido sem proteção, e muito menos beijar o corpo, especialmente se a morte foi causada por uma doença infecciosa (COVID-19, tuberculose, HIV, hepatite, etc.).
Espete um alfinete neste local da casa e proteja seu lar das energias negativas.
4. Impacto Emocional e Psicológico
Embora um beijo de despedida possa parecer um ato de amor, especialistas em saúde mental alertam que:
Isso pode traumatizar ainda mais os enlutados.
A imagem do contato físico com um corpo sem vida pode ficar gravada negativamente na memória.
Isso atrasa o processo natural de luto e aceitação.
E as crianças? Tenham muito cuidado!
As crianças têm um sistema imunológico mais frágil e não compreendem totalmente o que a morte representa. Beijar um parente falecido pode:
Expondo-os a bactérias perigosas.
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