— Esta é a minha casa — disse. — E a dos meus filhos.
Mark deu um pequeno passo em minha direção, mãos abertas.
— Vamos não fazer isso agora. Você está emocional demais.
Ri, uma única vez.
— Acabei de ouvir meu marido dizer que eu não tenho escolha sobre vender minha própria casa. Que reação você esperaria?
Helen se inclinou para frente.
— Você sempre exagera. Mark está apenas tentando ajudar a família dele. Algo que você claramente não entende.
Ignorei-a.
— Quando vocês planejavam me contar? — perguntei a Mark.
— Isso não é justo — disse ele.
— Quando? — repeti.
Ele olhou para a mãe.
— Em breve.
“Em breve.” A palavra soava escorregadia.
— Meus filhos estão no carro — disse finalmente. — Estamos indo embora.
O rosto de Mark se fechou.
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