O cara mais popular da escola me convidou para o baile só para ele e a rainha do baile me humilharem na frente de todo mundo – mas a minha resposta deixou os dois sem palavras.

Risos se espalharam pelo ginásio. Alguém assobiou.

 

Minha mão tremeu em direção à porta. Eu podia ver a placa de saída brilhando em vermelho como uma permissão silenciosa.

Quase corri.

 

Então a voz da minha mãe surgiu, calma e certa: Se eles tentarem te machucar, isso falará por você.

 

Eu coloquei a mão na clutch e tirei o envelope.

 

O sorriso de Carter vacilou.

“O que é isso? Uma cartinha da sua mamãe?”

“Eu estava esperando você dizer isso,” respondi.

 

O sorriso de Kenzie deslizou um pouco.

“O que isso significa?”

“Você vai ver.”

 

Meus dedos tremeram enquanto eu deslizei a unha sob a aba. O papel dentro era pesado e oficial, do tipo que se amassa como se soubesse do próprio valor.

Desdobrei e congelei.

 

Um selo dourado refletiu as luzes do ginásio. Um brasão universitário. Meu nome impresso em tinta preta no topo.

Li a primeira linha e quase caí de joelhos.

 

Kenzie se inclinou antes de se controlar. O rosto dela ficou imóvel.

Carter deu um passo à frente, a cor saindo de suas bochechas em manchas.

“É isso? Oh meu Deus…” Ele não terminou.

 

Alguém na multidão sussurrou o nome da universidade. O sussurro se espalhou.

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