“A pessoa de quem tenho medo está mais perto do que eu gostaria de acreditar.”
Eu disse, imediatamente: “O chefe dele”.
Jonah disse: “Essa também foi a minha primeira suposição.”
Antes de permitir que Jonah ajudasse, obriguei-o a me entregar cópias de sua carteira de habilitação, todas as anotações que ainda tinha e tudo o que Mark lhe havia dado, exceto o pacote. Eu não ia me envolver em outra situação de confiança incompleta por causa de um homem com uma mochila e cara de culpado.
Fomos até o antigo prédio da empresa, agora com outro nome. Encontramos ex-funcionários. Consultamos registros públicos. Duas clínicas que Mark havia sinalizado receberam cobranças por equipamentos que nunca receberam.
Nora se recusou a ficar longe disso.
Eu disse a ela: “Isso é feio.”
Ela disse: “É meu pai.”
Isso pôs fim à discussão.
Ela ouviu a gravação de Mark repetidas vezes com fones de ouvido. Então ela disse: “Há um sino de igreja atrás dele.”
Eu mal conseguia ouvir algo além de estática.
Ela disse: “Não. É a igreja de Santa Ana. Quatro sinos graves, uma pausa, depois um agudo. Passávamos por lá toda semana quando eu ia para a aula de piano.”
Isso nos deu uma localização.
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