Scout disparou pelo estacionamento. O homem recuou rapidamente e contornou a escola como se quisesse evitar uma cena. Corri atrás dos dois de salto alto, algo de que me arrependi imediatamente.
Quando cheguei à parte de trás do prédio, Scout tinha o homem encurralado contra uma parede de tijolos, latindo como se toda a sua carreira dependesse disso.
O homem ergueu as duas mãos.
“Ei. Ei. Eu não vou tocá-lo.”
Peguei na coleira do Scout e o puxei para trás.
“Sinto muito”, comecei. “Ele nunca—”
Então eu vi o chaveiro pendurado na bolsa do homem.
Uma palheta de guitarra de latão.
Velho. Desgastado. Com uma lasca em uma das bordas.
De Mark.
Não é semelhante ao dele. Dele.
Ele costumava carregá-la no bolso mesmo quando não tocava guitarra há meses. Batia-a contra as bancadas sempre que estava pensando. Eu reconheci aquele pedacinho de metal ridículo à primeira vista.
Olhei fixamente para aquilo e perguntei: “Onde você conseguiu isso?”
O homem olhou para baixo. Depois olhou para mim novamente.
“Seu marido me deu.”
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
