Vanessa sentou, mas seus olhos queimavam de raiva.
“Eu era bem jovem naquela época”, disse Sarah. “Acabara de sair da casa de uma amiga. Estava chovendo forte naquela noite, e a estrada estava vazia. Vi faróis fora da pista e percebi que um carro tinha batido numa árvore.”
Jeffrey e George ouviam atentamente.
“Eu parei”, continuou Sarah. “Quando me aproximei, vi um homem no banco do passageiro. Ele estava gravemente ferido, mas ainda respirava.”
O juiz franziu a testa.
Sarah hesitou. “A motorista estava fora do carro.”
Vanessa se mexeu desconfortável.
Sarah continuou. “Vanessa estava andando de um lado para o outro perto da porta do motorista aberta. Parecia em pânico.”
Um murmúrio percorreu o tribunal.
“Eu perguntei se ela precisava de ajuda”, disse Sarah. “Ela disse que sim. Depois me falou algo estranho.”
Vanessa se levantou de repente.
“Isso é mentira!”
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