Então eu disse:
“Fora.”
Ela parecia abalada agora, mas ainda tentou dar uma última alfinetada.
“Você não suporta que ele esteja subindo na vida.”
Abri a porta eu mesma.
“Fora, Emily.”
Ela saiu. Fechei a porta e me encostei nela, tremendo.
Então liguei para meu filho.
“Venha aqui”, disse. “Sozinho.”
Ele veio naquela noite.
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