“Um plano envolve conversar com o outro progenitor. Qual era o objetivo final aqui?”
“Zoe vomitava todas as manhãs.”
Mark estendeu a mão para o console central e tirou um bloco de notas amarelo. Estava coberto com a caligrafia cursiva e caprichada de Emily.
“Estávamos redigindo o documento. Eu disse a ele que, se ele relatasse tudo com clareza — datas, nomes, incidentes específicos —, a escola teria que tomar providências. Estávamos preparando uma denúncia formal.”
Emily esfregou o rosto com a manga. “Eu ia mandar. Mais cedo ou mais tarde.”
“Quando?”, perguntei.
“A escola precisa agir.”
Ela não respondeu.
Mark esfregou a nuca. “Eu sei que devia ter te ligado. Liguei para ela tantas vezes. Mas ela implorou para que eu não ligasse. Ela não queria que a filha se sentisse pressionada a escolher o seu lado. Ela queria que a filha tivesse um lugar seguro onde não se sentisse pressionada.”
“Não se trata de tomar partido, Mark. Trata-se de sermos pais. Temos que agir como adultos, mesmo quando isso os deixa zangados.”
“Eu sei”, disse ele.
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