“Cada pedaço que consegui.”
“Por quê?”
“Porque eu precisava de prova de que você era real quando todo mundo queria que eu seguisse em frente.”
O rosto dela se desfez de novo. “Eu não sei ser sua filha.”
Minhas lágrimas caíram.
“Tudo bem”, eu disse. “Eu também não sei ser sua mãe aos vinte e oito ainda.”
Na manhã seguinte, fiz panquecas.
A primeira queimou. A segunda rasgou. Na terceira, Tara entrou usando meu velho suéter.
“Você está chorando no café da manhã”, ela disse.
“Estou colocando sal.”
Um pequeno riso escapou dela.
Por um momento, eu vi ela aos oito anos. Depois vi a mulher que ela tinha se tornado.
Os dois doíam.
“Você costumava pedir a menor panqueca primeiro”, eu disse, colocando um prato na frente dela.
“Não lembro se eu gostava.”
“Tudo bem. Podemos descobrir de novo.”
Ela deu uma mordida e mastigou devagar.
“Ainda tem muita baunilha”, disse ela.
O sorriso dela sumiu, mas não completamente.
Então ela pousou o garfo. “Ainda não estou pronta para te chamar de mãe.”
As palavras doeram, mas eram verdade.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
