“Sou o Sr. Elwood, advogado do Thomas. Ele me fez prometer que, se algo acontecesse com ele, eu pediria que os cinco de vocês viessem ao meu escritório depois do funeral. Ele deixou algo para cada um de vocês.”
Susan apertou com força o cabo do guarda-chuva.
Mara perguntou: “O que ele deixou?”
O advogado olhou para todos nós e disse: “Uma caixa.”
O escritório do Sr. Elwood cheirava a café, papel antigo e homens que alfabetizam o luto para viver.
Sobre a mesa, havia uma pequena caixa de madeira trancada. Ele me entregou a chave, dizendo que Thomas havia instruído especificamente que eu deveria ser a responsável por abri-la. O clique do metal soou alto demais para algo tão pequeno. Dentro, havia cinco envelopes, um para cada um de nós, todos endereçados com a caligrafia trêmula de Thomas nos seus últimos anos.
Encontramos cantos no escritório ou viramos nossas cadeiras, como se a privacidade ainda importasse.
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