“Estou tentando,” ela disse. “Ele não dormiu e está com fome.”
Eric abriu um saco de legumes com força. “Então dá alguma coisa pra ele.”
“Eu preparei lanches. Você deixou a bolsa de fraldas no carro.”
“Não coloca isso na minha conta.”
O bebê chorava mais.
O rosto de Clover se desfez. “Eric, por favor. Eu estou fazendo o meu melhor.”
Ele olhou para ela com a mesma expressão que um dia tinha me dado na cozinha.
“Você sempre parece cansada ultimamente.”
As palavras bateram no meu peito.
Tiara ficou imóvel.
Hazel sussurrou: “Ele falou de novo.”
Eric olhou para cima. Seus olhos encontraram os meus, depois desviaram para as meninas.
O rosto dele ficou pálido.
“Tina.”
Tiara deu um passo à frente. “Uau. Então essa é sua frase mesmo, pai?”
“Meninas,” Eric disse. “Eu não sabia que vocês estavam aqui.”
Clover me olhou e desviou rápido.
Ela sabia quem eu era.
Eric forçou uma risada. “Isso é constrangedor.”
Clover limpou o rosto do bebê. “Não. Acho que é perfeito.”
Eric abaixou a voz. “Não vamos fazer isso aqui.”
“Você fez isso aqui,” eu disse.
Os olhos de Clover encheram de lágrimas. “Ele disse que você desistiu.”
Eu olhei para ela. “Eu estava cansada. Tem diferença.”
Eric soltou um riso seco. “Não reescreve a história.”
Tiara ficou rígida. “Você não é uma pessoa boa, pai.”
“Tiara, você é nova demais pra entender.”
“Eu lembro de quem fazia meu lanche,” ela disse. “Quem ia aos meus jogos, ajudava a Hazel e ficava no carro mandando mensagem pra Clover.”
Clover se encolheu.
“Chega,” Eric disse.
“Não,” Hazel falou.
Baixo, mas firme.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
