Michelle assentiu como se isso respondesse algo importante.
Sentei no sofá com o prato no colo e comi como um urso faminto que finalmente conseguiu a cesta de piquenique.
Lá fora, ouvi a voz de Michelle se movendo entre ligações no tom calmo e mortal que as mulheres usam pouco antes de alguém ser educado.
Meia hora depois ela voltou, bateu as mãos e disse simplesmente: "O trabalho está feito!"
Ryan acordou alegre, que foi uma das partes mais engraçadas.
Ele desceu, comeu torta e disse: "Mãe, isso é ótimo! Você deveria visitar mais vezes."
Michelle sorriu docemente. "Oh, tenho planos de me envolver muito mais. Venha para fora, querido. Tenho algo para você."
Ryan a seguiu para fora porque ainda acreditava que era o personagem favorito desta história.
Ouvi-o gritar antes de chegar à porta da frente.
"COMO VOCÊ OUSA? Mãe, não, isso não. POR FAVOR!"
Eu saí à varanda com Kelly no ombro e congelei.
Ryan estava na entrada da garagem ao lado do amado carro esportivo, aquele que Michelle e o pai dele tinham dado a ele dois meses antes para celebrar a chegada de Kelly, parecendo que seu espírito havia escorregado em uma casca de banana.
Michelle foi com tudo, com um enorme cadeado de volante visível pelo para-brisa, um bloqueador de ignição com bafômetro preso, e dois enormes ímãs amarelos nas portas que diziam BABY DRIVER em letras grandes o suficiente para serem vistas do espaço.
As crianças do bairro já estavam apontando. Um garotinho riu tanto que teve que se segurar na bicicleta.
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