O Sr. Whitaker ajustou o microfone.
— Nos últimos meses, o conselho administrativo vem desenvolvendo um programa comunitário de educação em seguros.
Ele olhou para a sala.
— É destinado a aposentados, viúvas, proprietários de pequenos negócios e famílias que pagam por apólices que não entendem.
Fez uma pausa.
— Precisávamos de alguém capaz de explicar assuntos complexos de forma simples. Alguém em quem as pessoas confiem. Alguém paciente. Claro. Alguém que conheça esta empresa por dentro e por fora.
Então ele olhou para mim.
— Construímos esse programa em torno da Marlene.
Acho que sussurrei:
— Meu Deus.
Ele sorriu.
— Ela concordou em nos ajudar a desenvolver o programa após a aposentadoria. Mas esta noite, agora que o conselho o aprovou oficialmente, quero convidá-la publicamente para liderá-lo.
Isso já fazia mais sentido para minha mente atordoada. Eu tinha concordado em prestar consultoria. Não sabia de nada disso.
Então ele acrescentou:
— E o programa levará o nome dela.
As pessoas começaram a aplaudir antes mesmo que ele terminasse.
Olhei para Roy.
A expressão dele havia mudado.
Ainda não era raiva.
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