Meu marido adorava nossa filha adotiva – Então minha sogra apareceu no aniversário de 5 anos dela e perguntou: "Ele não te contou?"

No aniversário de cinco anos de sua filha, Chanel abre a porta esperando amigos e encontra a única mulher que jurou nunca mais voltar. O que segue desvela tudo o que ela achava que sabia sobre sua família, seu casamento e a criança que ela ama mais do que palavras podem expressar...

A cobertura estava torta, mas Evelyn bateu as mãos como se fosse a coisa mais linda que ela já tivesse visto.

"Está lindo, mamãe!" ela exclamou, pulando nas pontas dos pés. "Posso colocar os confeitos agora?"

"Somente se prometer não comer metade deles primeiro, docinho," eu disse, já sabendo que iria deixar ela fazer isso de qualquer jeito.

"Prometo," ela disse, sorrindo de orelha a orelha.

Tara se encostou na porta, com um rolo de fita pendurado no pulso e uma faixa sobre o braço.

"Ela vai ter uma crise de açúcar até o meio-dia, Chanel. E estarei bem aqui para testemunhar essa bagunça."

"Para isso servem os aniversários," eu disse, rindo.

Tara tinha estado comigo em tudo — da faculdade, pelas minhas perdas gestacionais, na lista de espera, e no dia em que conhecemos Evelyn. Ela não era apenas minha melhor amiga; era a tia honorária de Evelyn. Morava três ruas à frente e nunca batia na porta quando vinha.

Ela pendurou a faixa enquanto Norton, meu marido, ajudava Evelyn a organizar seus bichos de pelúcia.

"Você vai dar o seu discurso primeiro," ela disse ao seu elefante. "Depois o Bear-Bear, depois o Pato."

"Não se esqueça do Coelhinho," meu marido disse. Ele bagunçou os cachos de Evelyn, e ela sorriu para ele, fazendo careta.

"O Coelhinho é tímido," Evelyn sussurrou, encaixando o pelúcio contra o seu lado.

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