Mas desta vez, eles não vieram à porta. Eleanor veio.
Ela estava entre as altas colunas, um sorriso no rosto, óculos ainda postos, mas a cabeça inclinada em nossa direção como se tentasse nos enxergar através da escuridão.
“Leo,” disse suavemente, abrindo os braços.
Entrei em seu abraço, e ela me segurou apertado.
“Você nos encontrou,” disse, ainda incrédulo.
Ela riu. “Eu tenho uma equipe muito persistente. Você esqueceu de me dizer seu sobrenome, mas conseguimos imagens de câmeras de lojas próximas e trabalhamos de trás para frente. A equipe de segurança até perguntou na cidade. Um homem se lembrou de um menino tentando vender um skate velho.”
Mamãe parecia não saber se chorava ou agradecia.
Eleanor se virou para ela. “Amanda, é?”
Mamãe assentiu. “Sim, senhora.”
“Você criou um filho notável. Por favor, entrem. Jantar está quase pronto.”
Mamãe sorriu, colocou um braço sobre meus ombros, me fazendo corar, e disse: “Tenho orgulho que meu filho de 10 anos tenha mais bondade que a maioria dos adultos.”
Entramos em um hall de entrada que me deixou de boca aberta!
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
