Ela entrou sozinha no hospital para dar à luz... e momentos depois do nascimento do bebê, o médico olhou para ele e de repente desabou em lágrimas.v

“Sim”, respondeu Joanna.

A enfermeira trouxe chá que ninguém bebeu. Joanna amamentou o filho pela primeira vez, um ato simples que parecia, ao mesmo tempo, separado do mistério e intrinsecamente ligado a tudo. Robert sentou-se do outro lado do quarto com as mãos juntas, por vezes olhando para o bebê com uma expressão complexa demais para descrever.

Carver chegou trinta e oito minutos depois, vestido à paisana. Era um homem de porte físico avantajado, com quase setenta anos, e com a serenidade de quem esperara muito tempo pela resposta à mesma pergunta. Ele examinou as duas fotografias, leu o que estava escrito no verso e fez suas perguntas com cuidado.

Perto do fim, ele olhou para Joanna.

“Um homem perguntou por você na recepção?”

"Sim."

"Ele disse que Logan o enviou?"

“Foi isso que a enfermeira disse.”

Carver assentiu lentamente.

“Logan estava vivo recentemente. E ele confiava o suficiente nessa pessoa para enviá-la ao único lugar onde sabia que você estaria.” Ele fez uma pausa. “Deixar o envelope e desaparecer antes da chegada da segurança não parece uma ameaça. Parece alguém tentando entrar em contato com você sem ser seguido.”

"Se Logan encontrou Elias", disse Joanna, "e alguém está vigiando os dois, então essa pessoa sabe que Logan tem um filho."

“Aquele envelope foi uma confirmação”, disse Carver. “E talvez uma proteção.”

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