Minhas pernas quase cederam. Puxei Mia mais perto, certa de que algo terrível tinha acontecido.
“Por favor”, sussurrei. “O que quer que seja, só me diga.”
O sargento Daniels me lançou o olhar mais suave que eu já tinha visto em um homem fardado.
“Nada está errado, senhora. Só confie em nós.”
Um policial mais jovem deu um passo à frente. Seu crachá dizia Reyes. Ele se ajoelhou diante de Mia e lhe ofereceu um pequeno buquê de cravos cor-de-rosa.
O lábio de Mia tremeu.
“Essas são para você, querida”, disse o policial Reyes.
Então ele tirou do bolso interno do colete um papel dobrado. As dobras estavam gastas, como se tivesse sido aberto e fechado centenas de vezes.
“Seu pai deixou estas instruções conosco há muito tempo”, disse ele.
Mia olhou para mim, confusa. Eu balancei a cabeça lentamente. Eu também não entendia.
O sargento Daniels se virou para o ginásio. Sua voz alcançou todos os cantos.
“Richard era um dos nossos. Anos atrás, ele nos reuniu na delegacia e nos fez prometer algo.”
O salão ficou tão quieto que eu podia ouvir as luzes de fada zumbindo.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
