A partir dos 60 anos: com quem é melhor viver na velhice?

Enquanto você tiver saúde física e clareza mental, viver no seu próprio espaço é o maior ato de amor-próprio. Manter a autonomia não é sinônimo de solidão, mas sim de liberdade. Decidir a que horas acordar, o que comer, como organizar a casa e quem receber visitas não são detalhes insignificantes: são exercícios diários que mantêm o corpo, a mente e o senso de identidade ativos.

A ciência moderna confirma o que muitas gerações suspeitavam: realizar tarefas cotidianas como cozinhar, organizar, administrar despesas e tomar decisões previne o declínio cognitivo. Quando outros fazem tudo por uma pessoa idosa, não apenas a livram de responsabilidades, mas também lhe roubam o senso de propósito.
Se a casa atual é muito grande ou difícil de manter, a solução não é morar com os filhos, mas adaptar o espaço: um apartamento menor, uma casa mais confortável, mas que seja deles. Ter o próprio espaço é uma poderosa âncora emocional.

Por que morar com os filhos deve ser o último recurso.
Morar com os filhos enquanto ainda se é independente muitas vezes parece uma decisão amorosa, mas frequentemente acaba prejudicando o relacionamento. A casa dos filhos tem dinâmicas, horários, tensões e rotinas que nem sempre são compatíveis com as necessidades emocionais de uma pessoa idosa.

Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.