Uma mulher arrogante me chamou de "rude", uma garçonete de 72 anos, e saiu sem pagar uma conta de 112 dólares. Mostrei a ela que escolheu a avó errada.

Simon e eu seguimos em ritmo tranquilo.

Ela entrou correndo em um supermercado.

Estacionamos do lado de fora e esperamos.

"Dê a ela um momento para pensar que está segura", eu disse a Simon.

“Você é má, Srta. Esther. Adoro isso.”

Lá dentro, Sabrina estava parada na seção de frutas e verduras, ainda filmando. Ela ficava olhando para a entrada. Quando não me viu, finalmente relaxou.

“Você é má, Srta. Esther. Adoro isso.”

“Ok, pessoal, acho que me livrei da maluca. Vamos falar sobre vida orgânica.”

Entrei no enquadramento atrás dela, segurando um tomate.

“Senhora! Ainda estou esperando aqueles 112 dólares!”

Ela gritou e deixou cair o celular.

Vários compradores deram meia-volta.

“Como você…?”

“Sou paciente. E persistente.”

“Acho que me livrei da louca.”

Uma mulher que empurrava um carrinho riu. "Pague sua conta, querida!"

Sabrina pegou o celular e correu para a saída. Simon abriu a porta para ela com uma reverência exagerada. Ela praticamente correu até uma loja de sapatos a dois quarteirões de distância.

Nós lhe demos uma vantagem de cinco minutos.

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