Revirei tudo mais rápido. As datas foram avançando ao longo dos anos.
Então vi — um envelope no topo, com o carimbo recente.
Nove dias atrás.
“Meu Deus,” sussurrei.
“Anna?”
Os passos de Jean ecoaram no corredor.
Enfiei cartas na minha bolsa, no casaco, na cintura, onde cabia.
“Anna, o que você—”
Jean parou na porta do armário.
Seu rosto passou por três expressões em um segundo. Confusão. Reconhecimento. Depois algo mais frio do que eu jamais tinha visto.
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