Fomos em silêncio até finalmente parar em frente a uma pequena casa com um jardim bem cuidado.
Bati na porta. A mulher que atendeu parecia comigo e com a Lily, só que mais velha. Ela nos encarou em choque por um instante, e então começou a chorar.
“Minhas meninas! É mesmo vocês?”
Eu a puxei para um abraço.
“Somos nós, mãe.”
E pela primeira vez em 15 anos, me senti escolhida.
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