Olhei para os dedos dela, depois para os olhos dela, e percebi algo: Jean estava com medo.
Meu pai chegou atrás de Jean e nos encarou.
“Anna, o que está acontecendo? Essas são coisas pessoais da Jean,” ele disse.
“Graças a Deus você chegou!” Jean se virou e se agarrou ao meu pai. “A Anna enlouqueceu! Começou a vasculhar minhas coisas, fazendo acusações absurdas—”
“Eu não enlouqueci!” levantei um punhado de envelopes. “Pai. Olhe a caligrafia. São cartas da mamãe. A Jean escondeu todas essas cartas todos esses anos.”
O rosto dele ficou pálido. “Essa é a caligrafia da Elena.”
“Tem dezenas, pai. Todas lacradas. Todas endereçadas para mim e para a Lily.”
“Eu posso explicar—”
Meu pai se virou para Jean. “Ela desapareceu sem uma palavra, sem um bilhete… e você estava escondendo cartas dela esse tempo todo?”
“Esta aqui é da semana passada.” Mostrei o envelope mais recente. “A Jean manipulou a mamãe. Ela a convenceu de que você queria o divórcio e que ia destruí-la e interná-la por causa da saúde mental dela. Eu ouvi ela ao telefone, pai. Ela se gabando disso.”
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