E então ele me soltou e caminhou em direção ao palco.
Eu me levantei quase inteira, o coração batendo em tudo.
Do outro lado do salão, Rosie sorria, abanando o rosto corado. Ela acenou para mim.
Ela não sabia de nada. Nem do que estava no bolso dele. Nem do que ele estava prestes a fazer no microfone.
E eu, a mãe dela, não conseguia correr rápido o suficiente.
Empurrei pessoas, mas dois jogadores bloquearam meu caminho.
“Ele pediu para a gente te segurar,” um disse. “Só espera. Por favor. Confia nele por um minuto.”
“Confiar nele para quê?”
“Só espera.”
A música parou. O ginásio ficou em silêncio.
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