“Ele não queria a responsabilidade”, disse ela. “Eu sei como é, mãe.”
“Essa é a perda dele, minha querida.”
A mentira saiu suavemente porque velhas mentiras conhecem o formato da minha boca.
Um tocou.
Íris pulou. “Ele chegou!”
“Vou segurá-lo por dois minutos enquanto você calça os sapatos.”
“Não o interrogatório.”
“Sem promessas.”
Ryan estava na nossa varanda fumando, segurando flores.
“Boa noite, Sra. Jane.”
"Só Jane está ótima. Entre."
“Prometo que ela estará em casa até meia-noite”, disse ele.
"Onze e cinquenta e nove. À meia-noite, começo a ligar para hospitais."
Ele sorriu. “Sim, senhora.”
Então Iris desceu as escadas.
Ryan esqueceu como falar.
“Uau,” disse suavemente. “Você está linda.”
Iris corou. "Você está muito... fumando. Desculpe. Não sei por que disse isso."
Por alguns minutos, tudo parecia normal.
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