"Essa também era minha vida."
Quando estávamos só nós dois, ele perguntou o que eu sabia que estava esperando.
"Miles?"
Sorri e chorei ao mesmo tempo. "Ele está bem. Ainda odeia espinafre. Diz que dinossauros são incompreendidos. Perdeu o dente da frente e agiu como se tivesse vencido uma disputa de propriedade."
Luke sorriu, fraco mas real. "Parece certo." Um segundo depois, o sorriso desapareceu, e seus olhos caíram para o cobertor. "Ele me odeia."
"Ele sente sua falta."
Isso foi visível.
Fiquei com ele até a noite. No dia seguinte, trouxe Miles.
Nosso filho ficou ao lado da cama, segurando sua raposa de pelúcia, incerto, porque a doença muda os adultos de maneiras que as crianças sentem antes de entender.
Luke sorriu para ele e disse: "Ei, amigão."
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