Andrew estava lá, de terno escuro, com as mãos entrelaçadas, parecendo tão calmo que isso imediatamente me tranquilizou.
Caminhei pelo corredor central, sorrindo para meus amigos próximos e familiares sentados nos bancos, e acenando para as conexões da alta sociedade que os pais de Andrew haviam insistido em convidar.
Na primeira fila, Liam praticamente saltava do banco.
Ele formou com os lábios: “Você está bonita.”
Eu respondi o mesmo.
Naquele momento, eu quase chorei.
Aquele menino de sapatos desamarrados e um redemoinho de cabelo que nunca ficava no lugar havia me incluído na vida dele, uma história antes de dormir e uma mão pegajosa de cada vez.
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