— Não, querido. Você disse a verdade. Você não fez nada de errado.
Seu lábio inferior tremeu.
— Você ainda está brava?
— Eu não estou brava com você. Eu te amo.
Ele passou os braços ao meu redor, e eu o abracei como tinha imaginado fazer depois daquele casamento — depois das peças da escola, depois dos joelhos ralados, depois dos pesadelos.
Eu me permiti sentir a perda inteira, porque agora já não havia como evitar.
Quando o soltei, beijei sua testa. Depois me virei e saí pela porta. Não suportava ficar ali por mais tempo.
Dana apareceu do nada e caminhou ao meu lado.
Logo depois, meu pai surgiu, vermelho de raiva, juntando-se a nós do outro lado.
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