Senti algo quente subir no meu peito: raiva, vergonha, incredulidade.
“Vovó, me desculpa! Eu vou encontrar agora mesmo! Isso é loucura. Isso é absolutamente…”
Mas ela estendeu a mão e apertou a minha, me interrompendo. Seus olhos encontraram os meus na luz fraca do meu celular.
“Não peça desculpas pela crueldade dela. E não conserte isso ainda. Ela não queria que eu estivesse lá, mas esqueceu um detalhe pequeno. Querida, traga minha bolsa.”
Havia algo na voz dela — algo tão certo, tão intencional — que me fez parar.
Revirei o vestiário como ela indicou e encontrei sua pequena bolsa.
Quando voltei e abri a bolsa na frente dela, ela retirou um papel dobrado e um pequeno saquinho de veludo.
“Eu estava esperando por esse momento há meses”, disse a vovó, baixinho.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
