Por um tempo, eu acreditei que éramos felizes.
Então veio aquela terça-feira.
Tara estava sentada de pernas cruzadas no chão, amarrando uma fita no pescoço do seu coelho de pelúcia.
“Não esquece as panquecas hoje à noite”, ela disse.
“Não vou.”
“Promete?”
Eu beijei sua testa. “Prometo.”
Grant estava no balcão, lendo notas para um artigo.
“Eu fico de olho nela”, ele disse.
Essas foram as últimas palavras normais que ele me deu.
Quando voltei para casa naquela noite, carros de polícia estavam fora do nosso prédio.
No início, pensei que um vizinho tivesse se machucado. Então vi Grant perto do portão do jardim, com o rosto pálido e as mãos tremendo o suficiente para todos verem.
Minha bolsa caiu do meu ombro.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
