— O que você disse para ele? — perguntei.
— Eu disse que ia pensar no assunto. — Os dedos dela torciam uma toalha de prato no colo. — Eu acredito que as pessoas merecem perdão, Mia.
— Perdoar não é a mesma coisa que deixá-lo voltar para casa. Isso é outra história completamente diferente.
A ligação perdida dele ainda estava no topo da tela. Peguei o celular dela e abri o número dele.
— Se ele quer voltar para casa — disse —, ele pode ver como é nossa casa agora.
Digitei: “Venha para um jantar de reunião da família no domingo, às 19h. Todas as crianças estarão lá. Vista seu melhor terno. Eu te envio o endereço.”
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