Pelas portas de vidro, vi papai parado sob um poste, mãos nos bolsos. Depois de alguns minutos, mamãe saiu para tomar ar, buquê na mão. Ele se aproximou.
— Você foi incrível lá dentro.
Ela deu um pequeno sorriso cansado. — Obrigada.
— Eu sei que errei — disse ele. — Deus tem trabalhado em mim. A moça se foi. Estou sozinho. Quero consertar as coisas. Quero voltar para casa, Maria.
Ela o estudou por um longo instante. — Eu te perdoei há muito tempo — disse.
Ele soltou o ar, aliviado. — Graças a Deus.
— Mas perdoar não significa que você pode voltar a morar aqui — acrescentou ela.
O rosto dele caiu. — Depois de tudo que tivemos, é só isso?
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