“Espero muito que você venha”, ela escreveu. “Queremos paz.”
Quase joguei meu celular na parede.
Em vez disso, respondi: “Vou pensar.”
Pensei com cuidado e decidi ir, mas sozinha.
As gêmeas ficaram em casa com uma babá.
Escolhi um vestido azul-marinho que cabia no meu corpo como ele era agora, não como costumava ser. Enrolei meu cabelo.
Entrei naquele salão com os ombros eretos.
Os parentes mais próximos de Gabriella me cercaram a noite toda, mas eu me recusei a sair — não queria que ninguém percebesse o quanto o chão sob mim ainda estava rachado.
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