Tinha fórmula de bebê seca na minha camiseta. Eu lembro mais desse detalhe do que de qualquer outra coisa.
Eu realmente ri, porque as palavras não faziam sentido.
“Para”, eu disse. “Estou cansada demais para brincadeiras.”
“Não estou brincando.”
Meu estômago despencou tão rápido que precisei me segurar no sofá.
Ele prometeu que seria um bom pai, que pagaria pensão e que estaria presente.
“Eu ainda vou cuidar delas”, ele disse. “Não vou abandonar meus filhos.”
“Eu só não te amo mais”, acrescentou.
O jeito como ele disse aquilo foi quase gentil, como se isso tornasse tudo menos cruel.
“Você não me ama”, eu repeti. “Ou não ama a responsabilidade?”
Ele não respondeu.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
