Então disse, mais baixo:
— Eu me senti invisível.
Era isso.
Não foi um mal-entendido.
Não foi uma piada que passou dos limites.
Era inveja pura.
Eu disse:
— Você confundiu ser amado com ser o centro de tudo.
Ele me encarou como se nunca tivesse me ouvido falar daquela forma.
Talvez nunca tivesse.
Abri a porta do carro.
— Marlene, não faça isso.
Respondi:
— Você já fez.
Dirigi até a casa da minha amiga Elaine.
Ela abriu a porta, olhou para meu rosto e perguntou:
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