Meu filho de 6 anos usou o dinheiro da Fada do Dente para ajudar um estranho — alguns dias depois, uma mala vermelha apareceu na nossa varanda.

 

"Tem certeza que é uma boa ideia? Não deveríamos chamar a polícia?" perguntei nervosa.

"Por que alguém iria querer fazer mal ao Eli? Você disse que está endereçado a ele, então abra o envelope, amor."

Concordei em fazer o que ele disse e prometi atualizá-lo.

Avancei e peguei rapidamente o envelope.

Algo na letra me fez hesitar.

Parecia frágil, cuidadosa, deliberada.

Não apressada ou ameaçadora, apenas... triste.

Ajoelhei-me ao lado da mala.

Minhas mãos tremiam enquanto rasgava o envelope e desabotoava a mala.

O tique imediatamente ficou mais alto.

Olhei dentro.

E soltei o ar que nem sabia que estava prendendo.

Não havia perigo.

Dentro havia apenas um relógio antigo de latão. Seus ponteiros se moviam constantemente.

Ao redor estavam brinquedos e livros.

Coisas como um ursinho de pelúcia e alguns carrinhos de brinquedo.

Pareciam cuidadosamente, quase amorosamente, embalados.

Confusa, olhei novamente para o envelope. Dentro havia uma carta dobrada. Desdobrei e li a primeira linha.

E todo o sangue escoou do meu rosto.

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