David me olhou, pálido e confuso. "Mãe?"
Soltei o ar com força. "Tudo bem. Vamos juntos, querido."
Dez minutos depois, chegamos à casa de Nathan. Meu nervosismo ainda não tinha passado.
Ele nos levou até a varanda e abriu a porta.
Lá dentro, Emily e Jillian estavam esperando na mesa da cozinha. Havia um café da manhã simples: panquecas, ovos mexidos, frutas fatiadas, café e suco de laranja.
Era o tipo de café da manhã que as pessoas fazem quando um “obrigado” não parece suficiente.
A nova cadeira de rodas de Emily brilhava.
Jillian se levantou primeiro. "Megan, David... por favor, entrem."
David parecia perdido. "O que está acontecendo?"
O oficial Daniels sorriu e saiu do caminho.
Foi então que eu vi.
Uma caixa de violão nova encostada na parede perto da mesa.
David parou.
Nathan esfregou a mandíbula. Parecia destruído.
"Ontem, eu descobri o quão ruim estava a cadeira da Emily. E o quanto ela estava escondendo. E então descobri que um garoto de treze anos vendeu a coisa que mais amava porque não suportava ver minha filha sofrer."
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