“Eu posso falar com ele.”
De perto, Richard parecia mais velho. Menos um vilão do que um homem que percebera tarde demais que o charme não era um pilar. Não podia sustentá-lo. Não podia sustentar uma vida.
—Clara —disse ele com a voz rouca—. Eu cometi erros.
Ela olhou para ele.
"Não", disse ela suavemente. "Você tomou as decisões."
Ele apertou os lábios. "Eu te amei."
—Acho que você adorou o que eu tornei possível.
Isso a magoou. Ela percebeu.
Bem, uma velha ferida em sua mente.
Então, até isso foi lançado.
Richard olhou para a barriga dela. "Você me deixaria ver o bebê?"
Ela analisou a questão cuidadosamente.
Eu esperava raiva. Eu esperava súplicas. Eu esperava repreensões.
Eu não esperava por isso.
Clara colocou as duas mãos sobre o filho.
—Isso dependerá do tribunal, da sua conduta e de você aprender a dizer a verdade sem precisar de aplausos.
Sua expressão se contorceu. "Você está falando igual ao seu advogado."
"Não", disse Clara. "Eu falo igualzinha ao meu pai."
Ela se afastou antes que ele pudesse responder.
Os meses que se seguiram ao colapso foram tudo menos glamorosos.
Essa foi a parte sobre a qual ninguém escreveu.
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