Adotei quatro irmãos que seriam separados.

“Para eles”, ela confirmou. “Você consta como guardião e curador. Pode usar o dinheiro para as necessidades deles, mas não é seu. Quando eles forem adultos, o que sobrar será deles.”

Soltei o ar lentamente.

"Certo", eu disse baixinho. "Isso é bom."

Susan assentiu com a cabeça.

“Há mais uma coisa importante”, acrescentou ela, virando uma página. “Os pais foram muito claros ao dizer que não queriam que os filhos fossem separados. Eles escreveram que, se não pudessem criá-los, queriam que permanecessem juntos, na mesma casa, com um único responsável.”

"OK."

Ela encontrou meu olhar.

“Você fez exatamente o que eles pediram. Sem nem mesmo ver isso.”

Meus olhos arderam.

Enquanto o sistema se preparava para separá-los, seus pais escreveram literalmente: "Não separem nossos filhos".

Mesmo antes de morrerem, eles tentaram proteger seus filhos exatamente desse desfecho.

“Onde fica a casa?”, perguntei.

Ela me entregou o endereço.

Ficava do outro lado da cidade.

"Posso levá-los para ver?", perguntei.

“Acho que os pais deles teriam desejado isso.”

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