— Ela não vai — disse Mark. — Na verdade, ela nem tem escolha.
Não lembro de decidir me mover. De repente, me encontrei parada na porta.
— E por que vocês acham que eu não tenho escolha? — perguntei.
Os dois se viraram. Mark piscou, como se eu tivesse surgido do nada. Por meio segundo, ele parecia genuinamente confuso. Helen reagiu primeiro.
— O que ela está fazendo aqui? — estalou, como se eu fosse a intrusa.
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