Amara entregou Mini a ele, o que funcionou melhor do que uma ordem. Jae pegou o filho com as duas mãos, instantaneamente transformado de um homem temido em um móvel apavorado.
“Apoie o pescoço dele”, disse Amara.
“Estou apoiando o pescoço dele.”
“Você parece estar segurando uma bomba.”
“Ele é mais importante do que uma bomba.”
Amara sorriu apesar de si mesma e atravessou a sala.
Chloe a observou se aproximar, com os olhos brilhando.
“Sra. Kim”, disse ela. “Obrigada por me receber.”
“Eu ainda não decidi se vou recebê-la.”
Chloe assentiu. "Justo."
Denise ficou perto o suficiente para intervir.
Jae observava da mesa sete, Mini dormindo tranquilamente contra seu peito, com o rosto inexpressivo o suficiente para assustar todos, exceto sua esposa.
Amara cruzou os braços. "Por que você está aqui?"
Chloe respirou fundo.
"Preciso de um emprego."
Denise deu uma risadinha. "Que ousadia."
Chloe estremeceu, mas manteve os olhos em Amara. "Eu sei. Sei como soa. Me candidatei online, mas imaginei que meu nome seria rejeitado, então vim pessoalmente."
"Você acertou", disse Denise.
Amara não disse nada.
Chloe engoliu em seco. "Depois daquela noite, o Lark fechou. Não consegui emprego em lugar nenhum. Alguém sempre me reconhecia ou via o vídeo. Minha mãe disse que eu deveria voltar para Ohio. Talvez eu devesse. Mas antes de fazer isso, eu queria dizer o que deveria ter dito naquela noite sem ser forçada."
Amara esperou.
“Eu fui racista”, disse Chloe.
A palavra a atingiu com força.
Algumas pessoas perto do bar se viraram.
O rosto de Chloe queimou, mas ela não baixou a voz.
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