“Ele disse que era da família. Saiu antes que a segurança o alcançasse.” A enfermeira estendeu um envelope branco. “Ele deixou isto.”
Apenas uma palavra estava escrita na frente.
JOANA.
Robert estendeu a mão para pegá-lo.
“Não”, disse ela.
Ele parou.
Joanna pegou o envelope pessoalmente. Parecia leve demais. Dentro havia uma fotografia.
Era nítido e recente. Logan estava parado no que parecia ser um porão. Estava mais magro do que ela se lembrava, o rosto anguloso, a barba por fazer, os olhos fundos de medo. Uma das mãos estava erguida em direção à câmera, como se dissesse à pessoa atrás dela para parar.
Ao lado dele estava outro homem, um pouco mais velho. Os mesmos cabelos escuros. A mesma boca. Os mesmos olhos.
E por baixo da gola aberta, mal visível, estava a marca de nascença em forma de crescente quebrada.
Robert emitiu um som que não era uma palavra.
Joanna virou a foto. A caligrafia de Logan cobria o verso.
Ele não está morto. Não confie no meu pai. Proteja o bebê.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
